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TRASH OR DIE!

Nesta sexta-feira às 23h30 estreia no Canal Brasil a série “TRASH”! O programa dirigido pelo maluco sensacional Christian Caselli será dividido em cinco episódios, realizando um curioso panorama das produções B que surgem e se espalham pelo Brasil feito Gremlins após o banho. O programa reunirá uma tropa exemplar de dementes que acreditam na possibilidade de se produzir filmes de baixo orçamento com tesão e criatividade, movidos com muita paixão e pouca grana.  O programa contará com a presença de ícones do cinema independente  nacional, como Petter Baiestorf, Fernando Rick, Rodrigo Aragão, e outros malucos como Gurcius Gewdner e até mesmo a participação deste mero escriba do Cinema Ex Machina. Não percam!

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HORROR E ESTÉTICA TRASH: UMA AULA SOBRE TRANSGRESSÕES CINEMATOGRÁFICAS

“Horror e Estética Trash no Cinema Independente: Um Panorama de Transgressões”. Divine numa das cenas mais emblemáticas e polêmicas de Pink Flamingos (1972), de John Waters

No último dia 20, aceitando o generoso convite da sensacional Gabriela Almeida, tive o prazer de novamente ministrar uma aula para os alunos do curso de audiovisual da ULBRA. A minha aula,”Horror e Estética Trash no Cinema Independente: Um Panorama de Transgressões”, (intitulei com esse nome acadêmico bonito para parecer que sou uma pessoa séria), também poderia se chamar “O Cinema Como Arma Para Deturpar a Mente de Seus Alunos”. Foi uma manhã divertida onde pude trocar idéias sobre cinema independente, esclarecer algumas diferenças entre gênero e estética no horror, e exercitar um pouco a provocação cinematográfica exibindo trechos de filmes como “Pink Flamingos”, “Multiple Maniacs”, “Robot Monster”, “Blood Freak”, “Plan 9 From Outer Space”, “I Drink Your Blood”, entre outras pérolas do bom cinema ruim. A reação dos alunos diante de alguns dos filmes foram do riso ao total desconforto (principalmente por parte das pessoas que desconheciam o trabalho de John Waters), mas esse estranhamento de uma parte da classe era justamente a motivação de minha aula, pois creio que o cinema que importa se produz fora da zona de conforto. Agradeço mais uma vez a professora Gabriela pelo convite, apenas espero não ter estragado definitivamente a cabeça de seus alunos, acho que veremos a curto prazo os efeitos colaterais desta aula. E como diriam os The Cramps…stay sick!

Ministrando a aula “Horror e Estética Trash no Cinema Independente: Um Panorama de Transgressões”, para os alunos do Curso de Audiovisual da ULBRA

Com a professora de cinema da ULBRA Gabriela Almeida

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