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O CURTA NOVE E MEIA ESTRÉIA NO CINE BANCÁRIOS!

O curta metragem baseado no conto de Rubem Fonseca, “Nove e Meia”,  no qual eu tive o prazer de trabalhar como assistente de direção, em mais uma parceria com os amigos da Arquivo Morto, Filipe Ferreira e Ednei Pedroso, estréia no Cine Bancários na segunda-feira, dia 09 de julho! Apareçam!

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NOVE E MEIA / TEASER 2

Em breve estará saindo do forno mais uma produção da Arquivo Morto,  produtora independente da qual me orgulho  em contribuir. Fui assistente de direção do Filipe Ferreira neste projeto, uma grande oportunidade de poder trabalhar na adaptação da  obra de um dos meus escritores prediletos, Rubem Fonseca.

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NOVE E MEIA- PRIMEIRO TEASER

Saiu o primeiro teaser do curta “Nove e Meia”, produção da Arquivo Morto baseada em conto de Rubem Fonseca, dirigida pelo Filipe Ferreira, na qual fui assistente de direção.  Confiram, e aguardem novidades sobre o lançamento em 2012.

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NOVE E MEIA, O NOVO PROJETO DA ARQUIVO MORTO.

Cristian Verardi, Rafael Tombini, Fernando Soares e Filipe Ferreira.

Neste fim de semana engrenamos as filmagens do curta metragem “Nove e Meia”; uma dramática trama de vingança baseada num conto de Rubem Fonseca (Nove Horas e Trinta Minutos, do livro Pequenas Criaturas).  Está sendo ótimo trabalhar novamente (desta vez como assistente de direção) com o diretor Filipe Ferreira e o roteirista Ednei Pedroso, os malucos  que sustentam com garras afiadas a produtora independente Arquivo Morto. “Nove e Meia” está sendo possível com o apoio de uma equipe técnica corajosa (ou apenas insana),  e graças a presença de excelentes atores como Rafael Tombini, Leonardo Machado, Danielle Fogliatto e Herlon Holtz que abraçaram o projeto, mesmo cientes de todas as agruras que uma produção independente tende a enfrentar. Para saber mais sobre o projeto “Nove e Meia” acessem: http://www.noveemeia.com/

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SESSÃO “A VINGANÇA DOS FILMES B!”

Estranha

Sobrevivendo às margens do cinema mainstream, as produções independentes de baixo orçamento, além das óbvias dificuldades financeiras de realização, sempre lutaram contra um sistema de distribuição dominado por monopólios, e por vezes com a incompreensão de um público acostumado a uma estética cinematográfica culturalmente imposta pelos grandes estúdios. Durante anos a falta de um mercado exibidor adequado ocasionou o isolamento destas produções em guetos cinéfilos, o que invés de enfraquecer, auxiliou a reforçar o seu caráter de independência, fomentando uma espécie de cinema orgânico, criativo e livre de amarras impostas pelos padrões mercadológicos, possibilitando tanto a experimentação anárquica como a reprodução antropofágica de conceitos tradicionais do cinema de gênero. Na última década a ascensão das mídias digitais possibilitou o acesso facilitado aos meios de produção e exibição, dando maior visibilidade a obras que até poucos anos atrás estariam restritas a um pequeno grupo de cinéfilos.

Esta breve mostra intenciona levar para a tela da Sala P.F. Gastal um grupo de realizadores que ainda luta bravamente por seu espaço no mercado exibidor, ou simplesmente busca encontrar o seu público. Apesar dos diferentes formatos de linguagem, proposta e produção, as obras selecionadas têm em comum, além do baixo (ou zero) orçamento, o diálogo franco e apaixonado com o cinema de gênero, seja investindo no thriller policial ou no horror, ou anarquizando com a tradição dos westerns e dos musicais, ou até mesmo captando uma simples conversa entre dois cinéfilos embriagados. A exibição na tela de um cinema é uma pequena vingança dos filmes B contra um sistema atrelado aos vícios mercadológicos e estéticos da indústria cultural, ou como diria Petter Baiestorf “um grito de guerra dos que nada tem e tudo fazem, contra os que tudo tem e nada fazem”.

(Cristian Verardi- Curadoria)

Sala P.F. Gastal (3° andar da Usina do Gasômetro), sábado, 02 de julho, 17h. Após a sessão debate com os realizadores, Petter Baiestorf, Felipe Guerra, Joel Caetano, Filipe Ferreira e Gustavo Insekto. O debate será moderado pela Profa. Dra. Laura Cánepa (UAM).  ENTRADA FRANCA.

A VINGANÇA DOS FILME B!

Exorcistas, de Luis Gustavo “Insekto” Vargas (RS, Brasil, 2011, 7 minutos). Com Doutor Insekto e Paulo “Blob” Teixeira.

Dois amigos em uma noite de tédio, bebem, fumam, e elaboram teorias sobre o filme “O Exorcista”, de William Friedkin.

Exorcistas

Extrema Unção, de Felipe Guerra (RS, Brasil, 2010, 19 minutos). Com Rodrigo M. Guerra, Oldina Cerutti do Monte, Leandro Facchini.

Um incauto rapaz se muda para uma casa supostamente assombrada pelo fantasma de uma velha fanática religiosa. (Menção Honrosa “Melhor Susto de Velhinha Fantasma”, no Cinefantasy 2010).

Extrema Unção

Estranha, de Joel Caetano (SP, Brasil, 2011, 12 minutos). Com Mariana Zani, Kika Oliveira, Roberta Rodrigues, Tiago F. Galvão, Walderrama dos Santos.

 Duas mulheres em uma estranha e sensual trama de amor, vingança, violência e psicodelia! (Novo trabalho do paulista Joel Caetano, do premiadíssimo curta-metragem “Gato”)

Estranha

Ninguém Deve Morrer, de Petter Baiestorf (SC, Brasil, 2009, 30 minutos). Com Gurcius Gewdner, Lane ABC, Daniel Villa Verde, Jorge Timm, Ljana Carrion, Coffin Souza, Insekto.

Um western musical. Eles cantam, dançam e as vezes matam também! O pistoleiro Ninguém decide largar tudo o que sempre considerou importante: a mulher amada, o grupo de amigos cineastas-assassinos-de- aluguel, e o boi de estimação. No entanto, antes de se redimir precisará enfrentar a fúria de seus antigos comparsas. Mais uma insanidade cinemática de Petter Baiestorf, um dos maiores mitos do underground brasileiro. (Melhor direção no I Guaru Fantástico)

Ninguém Deve Morrer

Os Batedores, de Filipe Ferreira (RS, Brasil, 2008, 20 minutos). Com Marco Soriano Jr., João França, Jack Gerchmann, Artur José Pinto, Jefferson Rachewsky.

Raul, um habilidoso batedor de carteiras é surpreendido pelo retorno à ativa de Amadeu Deodato, um figurão que domina o submundo da cidade e com o qual o tem uma grande dívida. Em sua trajetória na busca de dinheiro para saldar a dívida, Raul se depara com outros marginais, como Odilon, seu antigo mentor, Marcião, um perigoso travesti agiota, e Tosco, um brutamonte psicótico. (Melhor direção no I Festival de Cinema de Ribeirão Pires)

Os Batedores

 

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