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OSCAR 2012- VENCE O OLHAR SOBRE A TRADIÇÂO

Melhor filme O Artista, de Michel Hazanavicius

Filme
“O artista”
Diretor

Michel Hazanavicius – “O artista”

Ator
Jean Dujardin – “O artista”
Atriz
Meryl Streep – “A dama de ferro”

 

Ator coadjuvante
Christopher Plummer – “Toda forma de amor”

Atriz coadjuvante
Octavia Spencer – “Histórias cruzadas”

Melhor filme em língua estrangeira
“A separação” – Irã

 

Melhor animação
“Rango”

Documentário (longa-metragem)
“Undefeated”

Roteiro adaptado
“Os descendentes”
Roteiro original
“Meia-noite em Paris” (Woody Allen)

Fotografia
“A invenção de Hugo Cabret” (Robert Richardson)

Direção de arte
“A invenção de Hugo Cabret”


Figurino
“O artista”
Maquiagem
“A dama de ferro”

Edição
“Os homens que não amavam as mulheres”

Edição de som
“A invenção de Hugo Cabret”


Mixagem de som
“A invenção de Hugo Cabret”


Efeitos visuais
“A invenção de Hugo Cabret”


Trilha sonora original
“O artista” – Ludovic Bource


Canção original
“Man or Muppet”, de “Os Muppets”, música e letra de Bret McKenzie


Curta-metragem
“The Shore”


Documentário (curta-metragem)

“Saving Face”


Curta-metragem de animação
“The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore”


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ACCIRS ELEGE OS MELHORES FILMES DE 2011

Membros da ACCIRS escolheram o melhor longa nacional, estrangeiro e o destaque gaúcho do último ano

“A Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul anunciou no dia 31 de janeiro de 2012 os filmes A Árvore da Vida, de Terrence Malick, e O Palhaço, de Selton Mello, assim como o evento Fantaspoa (o Festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre) como os favoritos do último ano. Os vinte e oito associados – entre eles jornalistas, pesquisadores e estudiosos – apontaram os melhores de 2011 em três categorias: Filme Estrangeiro, Filme Nacional e Prêmio Luiz César Cozzatti – Destaque Gaúcho.

O norte-americano A Árvore da Vida, de Terrence Malick, começou sua vitoriosa carreira ao ganhar a Palma de Ouro de Melhor Filme no Festival de Cannes de 2011, e dentre todos os reconhecimentos obtidos estão as três indicações ao Oscar 2012 recebidas nas categorias de Melhor Filme, Direção e Fotografia. Esse foi o longa-metragem estrangeiro mais lembrado pelos membros da ACCIRS, que apontaram também, mas em menor número, outros títulos, como Melancolia, de Lars von Trier, Cópia Fiel, de Abbas Kiarostami, Um Conto Chinês, de Sebastián Borensztein, A Pele que Habito, de Pedro Almodóvar, Balada de Amor e Ódio, de Alex de la Iglesia, e Tio Boonmee que Pode Recordar suas Vidas Passadas, de Apichatpong Weerasethakul.

Dentre as produções nacionais, o longa mais lembrado foi O Palhaço, segundo trabalho dirigido por Selton Mello, que também atua como protagonista. Este filme foi premiado no Festival de Paulínia e exibido fora de competição, como convidado de abertura, no Festival de Gramado. Outros títulos apontados pelos integrantes da ACCIRS foram Trabalhar Cansa, de Marcos Dutra e Juliana Rojas, Transeunte, de Eryk Rocha, O Céu Sobre os Ombros, de Sério Borges, Estrada Real da Cachaça, de Pedro Urano, As Canções, de Eduardo Coutinho, A Falta que Nos Move, de Christiane Jatahy,Lixo Extraordinário, de Lucy Walker, Karen Harley e João Jardim, e Walachai, de Rejane Zilles.

Tradicionalmente, a ACCIRS escolhe o filme, profissional, lugar ou evento que mais movimentou, contribuiu, colaborou ou incentivou o desenvolvimento, a fruição e a promoção da cultura cinematográfica no Rio Grande do Sul. Em 2011, os críticos de cinema apontaram para o Prêmio Luiz César Cozzatti – Destaque Gaúcho o Fantaspoa – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Porto Alegre – realizado anualmente na capital do estado e sempre contando com participantes de expressão no Brasil e no mundo. Outros destaques citados foram o Festival de Verão do RS de Cinema Internacional, o CineEsquemaNovo, o Santa Maria Vídeo e Cinema e o longa-metragem A Última Estrada da Praia, de Fabiano de Souza.

Membros da ACCIRS que participaram da escolha dos Melhores de 2011: Adriana Androvandi, Adriano de Oliveira Pinto, André Kleinert, Chico Izidro, Cristian Verardi, Cristiano Aquino, Daniel Feix, Enéas de Souza, Fatimarlei Lunardelli, Flávio Guirland, Ivonete Pinto, Jaqueline Chala, João Pedro Fleck, Marcelo Oliveira da Silva, Marcelo Perrone, Marcos Santuário, Marcus Mello, Misael Elias de Lima, Mônica Kanitz, Ney Gastal, Nicolas Tonsho, Paulo Casa Nova, Paulo Moreira, Robledo Milani, Rodrigo de Oliveira, Roger Lerina, Ticiano Osório e Willian Silveira. ”

Os Melhores de 2011 de acordo com os membros da ACCIRS são:

Melhor Longa EstrangeiroA Árvore da Vida, de Terrence Malick

Melhor Longa BrasileiroO Palhaço, de Selton Mello

Prêmio Luiz César Cozzatti – Destaque GaúchoFantaspoa

    ACCIRS

A Associação dos Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul (ACCIRS), foi fundada em março de 2008. É a segunda associação exclusiva de críticos de cinema existente no Brasil. Possui atualmente 36 associados, entre jornalistas, publicitários, psicanalistas, professores e escritores com experiência em jornal, internet, rádio e televisão. Entre outras atividades, concede no início de cada ano o Prêmio Melhores da ACCIRS, que já premiou nomes como David Lynch, José Padilha, Jorge Furtado, Gustavo Spolidoro, Eduardo Coutinho, Matheus Nachtergaele, Michael Haneke e Quentin Tarantino.

SERVIÇO:

Melhores de 2011
ACCIRS – Associação dos Críticos de Cinema do Rio Grande do Sul
Porto Alegre – Rio Grande do Sul – Brasil
INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA:
Adriano Cescani e Robledo Milani

 

 

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CINEFANTASY EXPERIENCE

ENCONTRO COM RUGGERO DEODATO NO 6° CINEFANTASY

A sexta edição do Cinefantasy, ocorrida em São Paulo entre 22 de novembro e 04 de dezembro, mais do que uma celebração do cinema fantástico, onde fãs e realizadores puderam trocar impressões sobre o gênero, entrando em contato com obras vindas de diversas partes do mundo, num interessante mosaico das recentes produções fantásticas ao redor do globo, foi para mim uma experiência pessoal intensa, onde pude rever velhos amigos, iniciar novas amizades, trocar idéias exaltadas sobre concepções de cinema, assim como presenciar a reação do público diante do meu trabalho como ator em A Noite do Chupacabras. Mas o grande mérito do festival foi ter me propiciado a oportunidade de, na companhia de Felipe Guerra e Joel Caetano, entrevistar Ruggero Deodato, um diretor que influenciou diretamente o meu gosto cinematográfico quando em meados dos anos 80 saí atônito de um cinema após uma sessão de Holocausto Canibal (a entrevista será publicada por aqui em breve, aguardem). E ao compor parte do júri oficial da competitiva de curtas-metragens, junto com Silvio Alexandre e Osvaldo Neto, pude conferir uma leva de jovens realizadores com talento para delirar, assustar, provocar risos nervosos, gargalhadas espontâneas, e fazer jorrar sangue novo no cinema brasileiro.

O encontro com Ruggero Deodato aconteceu na Cinemateca Brasileira, durante a pequena mostra em sua homenagem organizada pelo cineasta Fernando Rick (Black Vomit Filmes), que reuniu O Último Mundo Dos Canibais (Ultimo Mondo Canibale), House On The Edge Of The Park (La Casa SperdutaNel Parco) e o controverso Holocausto Canibal (Cannibal Holocaust). Enquanto a maioria se dirigia para as sessões, Felipe Guerra, Joel Caetano e eu, estávamos mais interessados em tentar desvendar um pouco do homem por trás daquelas produções emblemáticas.  Aos 72 anos, Deodato ainda demonstrava a energia de um garoto encrenqueiro, e de forma acessível e simpática falou com entusiasmo sobre seus filmes. Possuidor de um senso de humor ferino, e muito paciente com os malucos que lhe despejavam uma enxurrada de perguntas sobre sua obra, o velho diretor italiano revelou peculiaridades sobre suas produções numa entrevista babilônica, onde narrou casos engraçados de bastidores, e refletiu sobre vários temas, como a ascensão e derrocada do cinema de gênero italiano e seus problemas pessoais com a censura, e ainda demonstrou surpresa em encontrar no Brasil fãs de um dos seus filmes mais menosprezados, o clássico do SBT, Os Caçadores de Atlântida (I Predatori Di Atlantide). Foi uma situação emocionante e inusitada estar frente a frente com o diretor responsável por me causar diversos pesadelos com índios canibais em minha infância. Após a sessão de Holocausto Canibal, Deodato encontrou o público num excelente debate mediado pelo crítico do Estadão, Luiz Carlos Merten. A presença de Merten como mediador gerou críticas de muitos fãs de horror, devido a sua notória implicância com o gênero, mas a escolha se revelou acertada pela frutífera condução do debate, que ainda contou com a participação do jornalista italiano Paolo Zelati, especialista em cinema fantástico, autor do livro Itália Rosso Sangue.

A mostra competitiva de curtas-metragens foi repleta de gratas surpresas, principalmente entre as produções nacionais, onde foi possível reparar que muitos estudantes de cinema enfim estão se libertando de certos dogmas institucionalizados, e parecem mais interessados em incorporar o cinema de gênero do que reproduzir pastiches de nouvelle vague. O curta Eu & A Loira, de Lucas Calmon, transforma o que parecia ser mais uma produção sobre o mito da Loira do Banheiro em uma inesperada, original e hilária comédia romântica. Duas Vidas Para Antônio Espinosa, de Caio D’Andrea e Rodrigo Fonseca, narra uma trama de vingança com toques sobrenaturais emulando um western spaghetti em pleno Brasil rural, e ainda tem como mérito o resgate da figura de Índio Lopez, um dos mais folclóricos atores da Boca do Lixo. O sangrento e delirante Estranha, confirma o talento de Joel Caetano, um dos grandes batalhadores da atual cena brasileira de horror independente. Morte e Morte de Johnny Zombie, revela através de planos criativos o potencial de cineasta do crítico de cinema Gabriel Carneiro. O impactante Lavagem, primeiro trabalho para o cinema do artista plástico Shiko, nos brinda com uma perturbadora visão do quão maléfica pode ser a religião. Ela Só, de Pâmela Hauber e Stefania Curti, realizado no curso de cinema da PUCRS, revela jovens realizadoras buscando consistência autoral na tensão e no medo. No entanto, devido a uma tradição mais enraizada, a desenvoltura com o gênero é mais evidente nos curtas internacionais, principalmente europeus. O alemão Wilt, de Daniel Vogelman, foi o grande vencedor do festival, levando os prêmios de melhor curta, direção e roteiro, com uma intrigante trama de fantasia, solidão, desejo e morte. Protoparticles, de Chema Garcia Ibarra, é uma instigante ficção científica onde a ambigüidade da situação nos deixa em dúvida quanto a veracidade dos fatos narrados pela patética e trágica figura, que por circunstâncias bizarras não pode nunca despir sua roupa de astronauta. Decapoda Shock, de Javier Chillon, é com louvor uma das mais divertidas e criativas produções exibidas no Cinefantasy, onde acompanhamos a engraçadíssima vingança de um astronauta contra a organização que o submeteu a uma experiência que o transformou num terrível Homem-Lagosta. Bobby Yeah é o mais recente delírio do cineasta inglês Robert Morgan, um dos mais instigantes artistas de stop motion da atualidade. Employee of  The Month, de Olivier Beguin, além dos excelentes efeitos especiais e do roteiro criativo, onde monstros lendários, como vampiros, múmias e bruxas, tentam se adaptar a sociedade procurando uma agência de empregos, conta com a participação Catriona MacColl, atriz cultuada pelos fãs de horror por sua parceria com Lucio Fulci em filmes como Pavor na Cidade dos Zumbis (Paura Nella Città Dei Morti Viventi), Terror nas Trevas (..E tu vivrai nel terrore! L’aldilà) e A Casa dos Mortos Vivos (Quella villa accanto al cimitero).

Entre os longas exibidos, o mais impactante foi Alucardos- Retrato de Um Vampiro, de Ulises Guzmán, que disseca a carreira do genial, e completamente maluco, diretor mexicano Juan López Moctezuma (Alucarda, La Mansionde La Locura), e a vida de Lalo e Manolo, dois fãs obcecados por sua obra. A paixão da dupla pelo trabalho de Moctezuma os levou a seqüestrarem o diretor do hospício onde este estava internado. Uma história tão surreal e absurda que só poderia acabar numa tela de cinema. Malditos Sean!, de Fabián Forte e Demián Rugna, investe na estrutura do cinema de horror em episódios, e exemplifica com pouco dinheiro e muita criatividade como os argentinos estão produzindo excelentes obras de terror e ficção, enquanto no Brasil ainda sofremos com um absurdo preconceito contra o gênero. A sala de cinema lotada, e o público aplaudindo e gargalhando insanamente, foi a melhor resposta que o amigo Felipe Guerra poderia dar aos que não acreditavam no potencial do seu hilariante Entrei em Pânico ao Saber o Que Vocês Fizeram Na Última Sexta-Feira 13 do Verão Passado Parte 2. Devido ao meu envolvimento com a produção, a sessão de A Noite do Chupacabras, de Rodrigo Aragão, onde interpreto uma entidade canibal maléfica, foi uma experiência emocionalmente indissociável do apego pessoal. Presenciar a excelente recepção do público, que riu, vibrou e se horrorizou com o nosso humilde e sangrento filme, fez valer a pena todos os anos de batalha para concretizar o sonho de conceber filmes de horror genuinamente nacionais. É um grande orgulho estar contribuindo para a sedimentação de um caminho viável para o gênero fantástico no Brasil. E só tenho que agradecer ao Rodrigo Aragão por ter sido maluco o suficiente para depositar sua confiança num ator tão inexperiente. Assistir ao filme pronto na impressionante tela do Cine SESC foi a confirmação de que valeram a pena todas as noites sem dormir, todos os hematomas e as horas de maquiagem. Que venha a próxima insanidade!

Agradeço imensamente ao casal Cinefantasy, Eduardo Santana e Vivi Amaral, ao Fernando Rick e ao Danilo Baia, aos colegas de júri Silvio Alexandre e Osvaldo Neto, e a todos os amigos que me recepcionaram tão bem em minha estadia em São Paulo, especialmente Joel Caetano, Mariana Zani, Felipe Guerra, Rodrigo Aragão, Mayra Alarcon, Valderrama,  Fonzo “Tony” Squizzo, Danielle e Giselle Bezerra, Patty Fang, Laura Cánepa e Leandro Caraça. Certamente onde houver escuridão, sangue e uma tela de cinema, nos encontraremos novamente.

Felipe Guerra, Ruggero Deodato, eu, Joel Caetano

A Noite do Chupacabras na tela do CiNESESC

Abocanhando Patty Fang

Vivi Amaral, Paolo Zelati, Fernando Rick e Eduardo Santana

Paolo Zelati, Deodato, Luiz Carlos Merten

Cinefantasy Experience

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Arquivado em Fantasia, Fantástico, Festivais, gore, Horror, Humor, humor negro, Premiação, splatter, Surrealismo, Suspense

VII FANTASPOA: OS PREMIADOS.

Ninjas, de Dennison Ramalho

Curtas (Júri Oficial) Live-Action Nacional:

Ninjas, de Dennisson Ramalho

Animação Nacional:

Meu Medo, de Murilo Hauser

Live-Action Internacional:

A Maré, de Sylvia Guillet

Animação Internacional:

Bobby Yeah, de Robert Morgan

Curtas (Júri Popular) Live-Action Nacional:

Ninjas, de Dennisson Ramalho

Animação Nacional:

Céu, Inferno e Outras Partes do Corpo, de Rodrigo John

Céu, Inferno e Outras Partes do Corpo, de Rodrigo John.

Live-Action Internacional:

Tio Jack, de Jamin Winans

Animação Internacional:

Mercury Bird, de Ina Findeisen

Longas-Metragens (Júri Oficial) Competição de filmes de ação:

Mandrill, Ernesto Diaz Espinoza

Animação:

Technotise, de Aleksa Gajic

Mostra Latino-Americana-Melhor Filme:

Malditos Sejam, de Fabián Forte e Demian Rugna

Malditos Sejam, de Fabián Forte e Demian Rugna.

Melhor Diretor:

Pablo Ilanes, de Baby Shower

Menções Honrosas:

Qualidade artística: Estigmas

Revelação: O Sanatório

Competição Internacional:

Efeitos Especiais: O Sepulcro

Melhor Atriz: Angela Bettis, por Autômatos e Todos os Meus Amigos são Cantores de Funeral

Melhor Ator: Christian Berkel, por O Último Empregado

Roteiro: Uma Noite Escura e Tempestuosa, de Larry Blamire

Melhor Direção: Victor Nieuwenhuijs, Maartje Seyferth, por Carne

Melhor Filme: Vermelho, Branco e Azul, dirigido por Simon Rumley

Menções Honrosas:

Contribuição Artística: Stefano Bessoni, Krokodyle

Banho de Sangue: Ubaldo Terzani Horror Show

Rainha do Grito: Natasha Lyonne, Tudo Sobre a Maldade

Melhor longa-metragem eleito pelo público: Tudo Sobre a Maldade, de Joshua Grannell

Tudo Sobre a Maldade, de Joshua Grannell

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PRÊMIO ACCIRS DESTACA MELHORES DE 2010

A Associação de Críticos de Cinema do RS (ACCIRS), da qual faço parte,  elegeu entre seus associados os melhores filmes e destaques de 2010 na área. Os escolhidos do Prêmio ACCIRS 2010 foram os seguintes títulos:

 

  • Melhor Filme Estrangeiro de 2010: “A Fita Branca”, de Michael Haneke

A Fita Branca

  • Melhor Filme Brasileiro de 2010: “Tropa de Elite 2”, de José Padilha

Tropa de Elite 2

  • Destaque Gaúcho – Prêmio Luiz César Cozzatti: “Antes que o Mundo Acabe”, de Ana Luiza Azevedo

Antes que o Mundo Acabe

 

“Esta é a quarta edição do Prêmio ACCIRS. Entre os vários agraciados, já receberam o prêmio em mãos os cineastas David Lynch, Jorge Furtado, José Padilha e Gustavo Spolidoro.
Criada em 2008, a ACCIRS é composta por críticos e jornalistas que atuam nos mais diferentes espaços dedicados ao cinema no Estado, como revistas, jornais, programas de TV e rádio, sites e blogs”.

(Roger Lerina / Presidente da ACCIRS)

 

 

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