Arquivo da categoria: exploitation

R.I.P- KOJI WAKAMATSU (1936-2012)

Koji Wakamatsu (1936-2012)

Violated Angels (Okasareta hakui / 1967)

Ecstasy of the Angels (Tenshi no Kôkotsu / 1972)

Gewalt! Gewalt shojo geba-geba (1969)

Go Go Second Time Virgin (Yuke yuke nidome no shojo / 1969)

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HORROR.DOC

Em novembro estreia o documentário “Horror.Doc”, produzido pela Cumbuca Filmes e dirigido pela talentosa Renata Heinz.  O longa faz um panorama da produção dedicada ao cinema fantástico no país, com depoimentos de realizadores e pesquisadores do gênero.  Fui um dos entrevistados para o projeto, fazendo companhia a Rodrigo Aragão, Marcelo Severo, Laura Cánepa, Carlos Primati, Felipe Guerra e outras pessoas bacanas, que assim como eu são apaixonadas pelo cinema de horror.  O documentário fará parte da minha mostra “A Vingança dos Filmes B- Parte 2”, que ocorrerá na Sala P.F. Gastal da Usina do Gasômetro no final de novembro. Aguardem maiores informações.

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A OUTRA FACE DA VIOLÊNCIA NO PROJETO RAROS!

Na próxima sexta-feira (17 de agosto), às 20h, o Projeto Raros da Sala P.F. Gastal (Usina do Gasômetro, 3° andar) apresenta  A Outra Face da Violência (Rolling Thunder, EUA, 1977).  Dirigido por John Flynn, e roteirizado pelo lendário Paul Schrader (Taxi Driver, Touro Indomável),  A Outra Face da Violência  narra uma emblemática e cruel trama de vingança numa América setentista pós Vietnam.

O Major Charles Rane (Willian Devane) retorna para casa como herói de guerra após passar anos como prisioneiro no Vietnam. Em seu amargo retorno ele encontra sua esposa amando outro homem, um filho pequeno para o qual é um completo estranho, e um país em crise, sofrendo a ressaca moral e financeira de uma guerra sem sentido. Charles Rane é um homem sem perspectivas, um estranho no ninho tentando se reintegrar a sociedade longe da crueldade dos campos de batalha. Mas a violência o persegue como uma sombra, e quando um grupo de marginais invade a sua casa em busca de dinheiro, deixando-o aleijado após uma sessão de torturas, e matando cruelmente sua esposa e o filho que mal teve a chance de conhecer, a única coisa que parece fazer sentido em sua vida é o desejo de vingança. Acompanhando de um amigo neurótico de guerra, interpretado por um jovem Tommy Lee Jones , e por uma garçonete intempestiva (Linda Haynes),  o Major Rane empreende uma violenta busca pelos assassinos.

Embalado pelo sucesso de Taxi Driver, o roteirista Paul Schrader vendeu para a Twentieth Century-Fox uma história de vingança onde poderia continuar explorando suas obsessões a respeito da crueldade humana, com seus personagens marginais e anti-heróis em situações limítrofes. Os executivos ficaram chocados, alegando que o resultando final havia ficado violento demais para ser distribuído pela Twentieth Century-Fox, e assim a produção acabou sendo vendida para a mítica distribuidora de filmes B American Internacional Pictures, de Samuel Z. Arkoff.  Mesmo com a distribuição limitada o filme fez relativo sucesso sendo exibido principalmente em cinemas drive in e nas típicas sessões grindhouse da época, chegando a ser citado na lista dos dez melhores filmes de 1977 organizada pelo notório crítico de cinema Gene Siskel.

Recentemente A Outra Face da Violência acabou incluído na seleção pessoal compilada por Quentin Tarantino para a tradicional revista Sight & Sound, que a cada dez anos desde 1952 publica uma lista com os dez melhores filmes de todos os tempos. A paixão de Tarantino pelo filme de John Flynn o levou a batizar a sua distribuidora de filmes independentes de Rolling Thunder.

Uma obra conturbada e seminal de um período em que o cinema americano começava a questionar criticamente o conflito do Vietnam e seus efeitos colaterais. Enquanto o país tentava se reerguer e compreender o fracasso desta empreitada, Paul Schrader direcionava suas armas para a própria sociedade americana, como se apontasse a raiz do mal. Sobre Schrader, o folclórico diretor John Millius comentou certa vez: “Se existe um psicótico a quem não se deve nunca vender uma arma, esse é Paul Schrader”.

ATENÇÃO: A Outra Face da Violência será exibido com áudio original em inglês e legendas em espanhol. Entrada franca.

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HANZO THE RAZOR: SWORD OF JUSTICE

Um dos mais notórios tough guys do cinema japonês, Shintarô Katsu marcou presença em dezenas de produções conhecidas como chambara, um subgênero dos filmes de samurais oriundo do jidaigeki, focado mais na ação e na violência do que na análise dramática do período histórico. Freqüentemente lembrado por sua caracterização do lendário samurai cego Zatoichi, tanto no cinema como numa longeva série de TV, Katsu produziu entre 1972 e 1974 três filmes com o personagem Hanzo, uma espécie de Dirty Harry do Japão feudal.

Idealizado e produzido pelo próprio Katsu, Hanzo the Razor: Sword of Justice, é o primeiro filme de uma trilogia sobre o incorruptível Hanzo Itami, um oficial de polícia do Período Edo com métodos pouco ortodoxos no combate ao crime. Devido ao seu temperamento hostil Hanzo vive em conflito com seus superiores, desrespeitando ordens e fazendo uso de leis próprias, o que o torna uma figura controversa entre os colegas e temida entre os marginais. Ao receber a informação de que um perigoso assassino conseguiu fugir da prisão e está refugiado em seu território, o determinado policial inicia uma investigação para descobrir a identidade do criminoso, esbarrando numa complexa rede de corrupção que revela o envolvimento de autoridades importantes com universo do crime local. Porém, fiel ao seu próprio código de honra, ele decide enfrentar as conseqüências e levar a sua missão até o fim.

Além de cometer violentas execuções sumárias, Hanzo é adepto de estranhos comportamentos sadomasoquistas, se auto-flagelando como forma de disciplinar seu corpo caso venha a ser torturado pelos inimigos. Numa seqüência emblemática ele obriga seus auxiliares a lhe torturarem numa angustiante sessão de flagelos, da qual sai ileso, e com uma monstruosa ereção. “Ele parece gostar de se erguer com a dor”, diz Hanzo tranquilamente sem reparar no espanto do incauto oficial que presencia a sessão de tortura. E é justamente o intenso teor erótico que fornece o tom exploitation ao filme, que explora sem sutileza a simbiose entre sexo e violência. Hanzo utiliza seus atributos sexuais apenas como uma forma de coação contra os inimigos, e a seqüência em que observamos a doutrinação de seu pênis para transformá-lo numa ferramenta de tortura sexual, método que utiliza para extrair informações de mulheres envolvidas com criminosos, é dolorosamente absurda e cômica. Após espancar seu membro avidamente com um porrete, ele pratica o coito com um saco repleto de arroz. Uma demonstração grotesca de virilidade exacerbada.

O diretor Kenji Misumi, um especialista no gênero, ciente de estar realizando um produto de ação destinado ao consumo popular, pouco se preocupou com as implicações filosóficas envolvendo Eros e Tanatos, como fariam outros diretores japoneses desta época, como Nagisa Ôshima em O Império dos Sentidos (Ai No Korida, 1976), preferindo explorar apenas o intenso grafismo sexual das situações. A sexualidade agressiva de Hanzo, seu sadomasoquismo e misoginia latente, reforçam o caráter controverso e brutal do personagem, atributos impensáveis para composição de um herói de ação nos tempos atuais.

Ainda nos anos 1970 o diretor Kenj Misumi foi responsável por conduzir nas telas outro samurai mítico, Ogami Itto, na popular série Lobo Solitário (Kozure Ôkami). também produzida por Shintarô Katsu e estrelada por seu irmão Tomisaburô Wakayama.  O sucesso de Hanzo the Razor: Sword of Justice gerou mais duas produções, Hanzo the Razor: The Snare (1973), e Hanzo the Razor: Who’s Got the Gold (1974).

Ao contrário dos samurais honrados que interpretou na ficção, Shintarô Katsu teve sua vida pessoal marcada por escândalos e conflitos com as autoridades, provocados por seu temperamento explosivo e pelo consumo abusivo de drogas, fato que o levou a prisão em três ocasiões.  Katsu faleceu de câncer de garganta em 1997.

 

 

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A VINGANÇA TEM GROOVE- COFFY!

“She had a body men would die for – and a lot of them did!”

Após sua irmã ficar gravemente incapacitada  devido ao vício em heroína, Coffy (Pam Grier), cansada de lidar com o descaso da justiça, decide buscar vingança infiltrando-se no submundo do crime. Coffy mergulha no universo sórdido do tráfico e da prostituição, abandonando a pacata vida de enfermeira para transformar-se numa vigilante implacável, eliminando sumariamente quem ela julga responsável pela destruição da única pessoa a quem amava. A situação se complica quando o seu plano de retaliação começa a afetar os negócios da máfia local, além de ameaçar expor o envolvimento de políticos e policiais com o tráfico de drogas.

A parceria entre o diretor Jack Hill e Pam Grier, que gerou quatro filmes entre 1971 e 1974, revelou-se uma combinação perfeita como fósforo e gasolina. Durante os anos 1970 poucos diretores souberam explorar com tanta perspicacia a versatilidade de Grier, uma atriz com mais talentos a oferecer do que apenas sua beleza e sensualidade petulante. Jack Hill tornou-se um mestre em conceber filmes baratos com rapidez e eficiência, qualidades aperfeiçoadas durante o período em que trabalhou diretamente com Roger Corman na AIP. A violenta trama de vingança de Coffy, uma produção modesta financiada pela American International Pictures no auge da onda dos filmes blaxploitation, tornou-se de imediato um sucesso popular. Numa época em que conflitos raciais ainda ecoavam pelos EUA, e os movimentos feministas clamavam por direitos, uma mulher negra e determinada fazendo justiça com as próprias mãos onde  o sistema falhara, assumia automaticamente tons políticos, por menos ideológica que fosse a verdadeira proposta do filme.

A única motivação real para Jack Hill era conseguir realizar bons filmes de ação com o dinheiro escasso que tinha em mãos, sendo hábil em burlar suas deficiências orçamentárias orquestrando cenas empolgantes com uma inventividade cruel. A seqüência de abertura, onde Pam Grier seduz um cafetão para em seguida explodir sua cabeça com um disparo de espingarda ainda causa impacto, e revela que estamos diante de uma personagem que ultrapassou todos os seus limites morais, e que levará seus atos até as últimas conseqüências. Num dos momentos mais memoráveis do filme, após ser provocada em uma festa por uma garota de programa, que lhe derruba uma bandeja de drinks sobre a cabeça, Coffy vai ao banheiro, se recompõe, recheia o seu cabelo black power com gilletes e retorna para iniciar uma briga homérica, onde esbofeteia, esmurra, chuta e nocauteia diversas adversárias, que no ato de tentarem lhe agarrar pelos cabelos acabam se ferindo severamente. Sid Haig, outro ator costumaz na obra de Hill, é o capanga estuprador Omar, mais um personagem sádico na sua extensa galeria de vilões. Através de Rob Zombie, Sid Haig voltaria a ficar em evidência para uma nova geração através do carismático psicopata Captain Spaulding de A Casa dos Mil Corpos (2003) e Rejeitados Pelo Diabo (2005).

Após o sucesso de Coffy,  Samuel Z. Arkoff, o famigerado produtor da American International Pictures, um especialista em filmes B, percebendo o potencial comercial da dupla investiu em outro projeto de Hill, e menos de um ano depois estreava nas telas Foxy Brown (1974), filme que consolidou a carreira de Grier e a transformou num ícone do cinema blaxploitation.  Em 1997  Quentin Tarantino prestou reverência ao trabalho de Jack Hill e ao cinema blaxploitation ao realizar Jackie Brown com Pam Grier no papel título.

Sobre este período Jack Hill desabafou,  “a indústria não tinha nada além de desprezo pelos filmes em que trabalhávamos. Havia muito racismo na industria, uma pequena porção estava apenas na superfície, mas havia. E os executivos dos estúdios realmente tinha desprezo pelo público para o qual estavam fazendo filmes. Foi uma grande batalha tentar fazer algo realmente bom“.

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A SERBIAN FILM- O FIM DE UMA NOVELA PATÉTICA!

A Serbian Film liberado para exibição!

Após uma longa, patética, e surreal novela promovida de forma absurda pelos moralistas e censores de plantão, enfim A Serbian Film foi liberado para exibição em território nacional. O que estava em jogo não era a defesa das qualidades da obra, mas sim o seu direito como cidadão, garantido pela constituição,  de decidir se queria ou não assistir ao filme  sem a intromissão do estado. A censura prévia estava cerceando o nosso direito legal de assistir, gostar ou desgostar, e emitir opinião a respeito de uma obra de ficção. A proibição ao filme o transformou automaticamente numa das obras mais baixadas no Brasil nos últimos tempos. Um verdadeiro tiro no pé dos censores, pois o ato auxiliou a transformar um filme medíocre, que certamente não extrapolaria o circuíto do público  interessado em cinema de horror extremo, numa febre entre o público em geral. Abaixo à decisão liminar, publicada juntos aos autos do Ofício 48/2012/GAB/DG/DPF, de 24 de janeiro de 2012, subscrito pelo Dr. Leandro Daiello Coimbra, Diretor- Geral da Polícia Federal, endereçado ao Senhor Secretário Nacional de Justiça:

 

“Em atenção ao ofício da referência informamos que a obra audiovisual “A SERBIAN FILM – TERROR SEM LIMITES” não incorre em nenhuma modalidade criminal, uma vez que, as cenas contidas na película não revelam atividades sexuais explícitas (reais ou simuladas) ou a exibição de órgãos genitais das crianças que participam da referida obra, não ferindo a disciplina da Lei nº 8.069/90.”
Cumprido, portanto, o provimento liminar, nos exatos termos em que deferido e tendo a Administração, por um de seus órgãos competentes, a Polícia Federal, concluído pela inocorrência dos crimes tipificados na Lei nº 8.069/90- Estatuto da Criança e Adolescente, entendo que não há mais razões de natureza jurídica que impeçam a exibição do filme “ A Serbian Film” em todo o território nacional.
Uma palavra final: vi o filme. Do início ao fim. O filme é realmente muito forte. Verdadeiramente impactante. O enredo é crudelíssimo. Se é arte eu não sei. Pode ser para alguns, para outros não. O que sei, contudo, é que se estivesse no cinema teria me levantado e ido embora. No entanto, como juiz, não posso ser o seu censor no território nacional, como me diz a Constituição Federal. Aliás, o que me garante a Carta Constitucional – não apenas a mim, mas a todo brasileiro – é o direito de me indignar, de recusar a vê-lo ou até mesmo o direito de me levantar e deixar a sala de sessão, levando comigo as minhas conclusões e convicções acerca da natureza humana, suas dimensões, limites e idiossincrasias. Aprendi com o desassossegado Fernando Pessoa “Porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura” (Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa, Cia das Letras, 2012, p. 82).
Fica, assim, desde já liberada a exibição do filme “A Serbian Film” no Brasil, como permite e autoriza a Constituição Federal.”

RICARDO MACHADO RABELO
Juiz Federal da 3ª Vara

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VENCEDORES FANTASPOA 2012- JÚRI OFICIAL

Inato – Prêmio de Melhores Efeitos Especiais

Após 16 dias de intensas atividades, unindo fãs do cinema fantástico de várias partes do Brasil e do exterior, chegou ao fim mais um FANTASPOA! Em sua oitava edição o festival foi coroado com a ilustre presença de Stuart Gordon, que gerou uma histórica e lotada sessão comentada de Re-Animator. Apesar de ter me desligado da organização do festival em 2011, este ano participei como jurado da mostra Apocalipse Zumbi, junto com meu amigo e especialista em Sci-Fi anos 50, Marcelo Severo. Elegemos a divertida comédia de humor negro “Pushin Up Daisies” como o melhor filme da mostra, ou numa justificativa de crítico sério: “Pushin Up Daisies pela inventividade da trama ao utilizar a mítica figura dos zumbis como elemento desestabilizador para satirizar as convenções cinematográficas, num implacável exercício de humor negro”.

Abaixo a lista de vencedores do júri oficial. Em breve mais relatos sobre o festival.

CURTAS-METRAGENS

MELHOR CURTA NACIONAL LIVE-ACTION:
OS DESALMADOS, dirigido por Raphael Borghi

MELHOR CURTA NACIONAL ANIMAÇÃO:
CÉU NO ANDAR DE BAIXO, dirigido por Leonardo Cata Preta

MELHOR CURTA INTERNACIONAL LIVE-ACTION:
PICNIC, dirigido por Gerardo Herrero

MELHOR CURTA INTERNACIONAL ANIMAÇÃO:
CANÇÃO DE BLACKWATER, dirigido por Bo Mathorne

MOSTRA APOCALIPSE ZUMBI
Pushin’ up Daisies, dirigido por Patrick Franklin

MOSTRA PANORAMA

MELHOR DIRETOR(A): Martha Stephens, A Canção do Peregrino

MELHOR FILME:
Kid-Thing, de David Zellner

COMPETIÇÃO IBERO-AMERICANA

MELHOR FILME:
Toupeiras, de Emiliano Romero

MELHOR DIRETOR:
Nicanor Loreti (Diablo)

Menção honrosa pela memória do cinema fantástico: Alucardos, de Ulises Ulicardo Guzman Reyes

COMPETIÇÃO INTERNACIONAL

MELHOR FILME:
O Alvo, de Alexander Zeldovich

MELHOR DIRETOR:
David Jarab – Mão-Cabeça-Coração

MELHOR ATOR:
Tihomir Stanic – O Inimigo

MELHOR ATRIZ:
Victoria Bidwell – Pele Reconfortante

MELHOR ROTEIRO:
Tomasz Thomson, por Snowman’s Land

MELHORES EFEITOS ESPECIAIS:
Inato (Alex Chandon)

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE:
Yuji Tsuzuki, por O Contrabandista

BANHO DE SANGUE:
Raiva (Aharon Kesales e Navot Papushado)

RAINHA DO GRITO:
Anessa Ramsey – Ritos da Primavera

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI/CONTRIBUIÇÃO ARTÍSTICA:
The Girl from the Naked Eye (Jason Yee)

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