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A VINGANÇA DOS FILMES B- PARTE 3

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Foto do Cartaz: Priscila Poletti e Diego Bertoldi
Arte final: Marcelo Lim

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02/12/2013 · 1:30

A VINGANÇA DOS FILMES B-PARTE 3

A VINGANÇA DOS FILMES B- PARTE 3

“A vingança nunca é plena…mas pode ser divertida”

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 De 13 a 15 de dezembro a Sala P.F.Gastal (3° andar da Usina do Gasômetro) sedia a terceira edição da mostra A Vingança dos Filmes B. Concebida em 2011 para servir de vitrine para produções que flertam com o cinema de gênero, a mostra chega ao seu terceiro ano consecutivo se consolidando como um território destinado a divulgação e ao resgate de filmes independentes, produções de baixo orçamento e outros delírios fílmicos, buscando incentivar o público a dialogar com obras que dificilmente encontram espaço nas telas dos cinemas comerciais. Filmes repletos de horror, ação, anarquia, humor e demência, ocupando um mesmo espaço sem restrições quanto ao seu orçamento ou suporte de realização.

O filme de abertura desta edição será o documentário Desagradável, produção que retrata a conturbada trajetória da mítica banda carioca Gangrena Gasosa e sua explosiva mistura de macumba, irreverência e heavy metal. A banda criou o conceito de saravá metal lançando  álbuns agressivos e iconoclastas como Welcome to Terreiro (1993) e Smells Like Tenda Spirita (2000). O diretor paulista Fernando Rick estará presente na mostra para realizar um debate após a sessão.

Fernando Rick tem se destacado entre os realizadores independentes paulistas, sendo também responsável pelo documentário “Guidable: A Verdadeira História do Ratos de Porão”, pelo premiado curta “Ivan”, e pelo violento e polêmico “Coleção de Humanos Mortos”.

Três longa-metragens presentes na mostra ajudam a fortalecer e ampliar as possibilidade de se realizar cinema de horror no Brasil, “Mar Negro”, de Rodrigo Aragão, “Nervo Craniano Zero”, de Paulo Biscaia e “Zombio 2- Chimarrão Zombies”, de Petter Baiestorf.

A Sessão Shot or Die apresenta três produções realizadas com pouco, ou nenhum dinheiro, tendo como incentivo apenas a paixão pelo cinema. Obras com orçamento limitado e criatividade de sobra.

A sessão Malditos Curtas reúne obras de diversos estados brasileiros, constituindo um mosaico representativo da atual produção de cinema de gênero no país. Jovens realizadores investindo em filmes de ação, horror, suspense e ficção científica, injetando sangue novo nas veias do cinema brasileiro.

E por fim, a Sessão Sala Especial é dedicada ao grupo de anárquicos comediantes capixabas da TV QUASE. Unidos por Gabriel Labanca (falecido prococemente aos 30 anos, em 2012) a trupe formada pelos dementes Daniel Furlan, Juliano Enrico, Raul Chequer e Klaus Berg, iniciou a mais de 10 anos o projeto de humor multimidia QUASE. O projeto que começou como uma revista em quadrinhos migrou para o youtube, e agora começa a semear seu humor nonsense e sua insolência também na tv aberta. A sessão exibirá além do curta Loja de Inconveniências: A Maldição do Caipora, diversos sketches e a homenagem Labanca Eterno.  E para melhor compreender o que é a QUASE, uma definição do próprio grupo: “Ilogia, delírios, blasfêmia, alucinações, inadequação afetiva, piru, negligência social, devaneio permanente, incoerência, travestismo, cocô, agressividade, mau humor e quadrinhos”.

Sejam bem vindos à Vingança dos Filmes B- Parte 3

(Cristian Verardi- organizador)

APOIO: The Raven / Dirty Old Man / Secretária Municipal de Cultura de Porto Alegre / SalaP.F.Gastal
GRADE DE PROGRAMAÇÃO

 Longas:

Desagradável (2013 / 120 minutos), de Fernando Rick / A banda Gangrena Gasosa tornou-se um mito do underground carioca com a sua inusitada mistura de heavy metal com elementos de umbanda. O documentário aborda a anarquica trajetória da banda em seus 20 anos de existência. Uma história repleta de confusões, estranhas maldições e muito “saravá metal”. (Após a sessão debate com o diretor Fernando Rick)

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Mar Negro (2013 / 100 minutos), de Rodrigo Aragão. Com: Walderrama dos Santos, Mayra Alarcon, Cristian Verardi  / Após se depararem com uma estranha criatura marítima, dois incautos pescadores levam sem saber a morte e a destruição para uma pequena vila à beira mar. Zumbis, demônios, e criaturas mutantes orquestram um dantesco banho de sangue e vísceras. Alucinante desfecho da trilogia iniciada por Rodrigo Aragão em 2008 com “Mangue Negro” (2008), e seguida por “A Noite do Chupacabras” (2011).  Selecionado para festivais como: SITGES Film Festival (Esp) / Morbido (Mex) / Montevideo Fantastico (Ury) / Festival do Rio 2013 (Bra) / Rojo Sangre (Arg)

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Zombio 2- Chimarrão Zombies (2013 / 83 minutos), de Petter Baiestorf. Com: Airton Bratz, Coffin Souza, Gisele Ferran, Gircius Gewdner / Uma pequena comunidade interiorana sofre uma estranha epidemia após consumirem a erva-mate Cronenberg. Um grupo tenta sobreviver em meio ao caos provocado pela invasão de mortos-vivos e outros seres raivosos. Irreverente mistura de horror, humor e sexploitation nesta sequência direta de Zombio (1999), do cultuado diretor independente Petter Baiestorf. (Censura 18 anos). Selecionado para festivais como: SITGES Film Festival (ESp) /  Montevideo Fantastico (Ury)

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Nervo Craniano Zero (2012 / 88 minutos), de Paulo Biscaia. Com: Guenia Lemos, Uyara Torrente, Leandro Daniel Colombo / Uma escritora ambiciosa e um neurocirurgião obcecado utilizam uma ingênua garota como cobaia em um experimento perigoso. Um chip é instalado em seu cérebro afetando o “nervo craniano zero”, o resultado da experiência foge ao controle, gerando consequências nefastas. Prêmio de melhor direção no New Orleans Horror Film Festival 2012 (EUA) / Melhores efeitos de FX no Thriller Chiller Festival 2012 (EUA)

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Curtas:

Distúrbios, Palavrões e Batidas de Carro (2013 / 38 minutos), de Cláudio Guidugli / Jovem apaixonado por prostituta planeja uma ação para assassinar o próprio pai, mas assaltantes desastrados, um psicopata estuprador e um homem com um acesso de fúria após um acidente de carro, transformam o crime perfeito num desastre sanguinolento. Ação, humor negro e drama familiar numa produção independente filmada na pequena cidade de Roca Sales (RS) com orçamento zero, utilizando apenas uma câmera cybershot e muita criatividade.
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You Bitch Die
(2009 / 3 minutos), de Lucas Sá / Traição, vingança e morte. Ela traiu o homem errado, e agora vai pagar com o próprio sangue!

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Filmes São Seus Amigos (2 minutos), de Gurcius Gewdner: Com Raissa Vitral: O diretor independente Gurcius Gewdner faz um procunciamento importante: Filmes são seus amigos!
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A História de Lia (2010 / 13 minutos), de Rubens Mello / Lia é uma adolescente que vive num lar doentio e violento. Para fugir de sua cruel realidade ela se envolve com um grupo de jovens marginais. Porém, uma tragédia é desencadeada quando ela é possuída por sua amiga invisível.

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Rise Weirdo Army (2012 / 4 minutos), de Francis K / Monstros gigantes, kung fu e rock’n’roll, no melhor estilo Damn Laser Vampires.

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Catalogárgula (2013 / 5 minutos), de Lucas Neris / Hélio é um homem peculiar que tira fotos de tudo à sua volta, dando uma conotação própria e estranha aos objetos que o cercam.

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Belphegor (2013 / 6 minutos), de Ricardo Ghiorzi / Nem mesmo a santidade está a salvo diante da presença do mal.

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Tate Parade (2012 / 10 minutos), de Marja Calafange / Sharon Tate volta do além para vingar sua morte e salvar o seu bebê. Uma vingança com sabor de melância.

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O Membro Decaído (2012 / 18 minutos), de Lucas Sá / Um homem vaga a esmo. O destino lhe reserva um caminho de sangue.

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Encosto (2013 / 7 minutos), de Joel Caetano / Um ritual de magia negra não ocorre com o esperado. Qual o preço a pagar pelos seus desejos?

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O Matador de Bagé (2013 / 15 minutos), de Felipe Iesbick / Assis. Matador Profissional. Quinze anos consecutivos o número um de Porto Alegre. Até a chegada de Assunção. (Prêmio de melhor curta da Mostra Gaúcha do Festival de Gramado)

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Estrela Radiante (2013 / 25 minutos), de Fabiana Servilha / Após encontrar um estranho objeto caído dos céus, um homem tem a sua vida modificada quando começa a sofrer estranhas mutações.

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 Paulo e Ana Luiza em Porto Alegre (1998 / 15 minutos ), de Rogério Brasil Ferrari / Um casal portoalegrense com um gosto peculiar pelos prazeres da carne.  Sexo, gastronomia e assassinato num clássico do cinema gore gaúcho.

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Sessão Sala Especial: TV Quase: Loja de Inconveniências: A Maldição do Caipora (2013), de Juliano Enrico /   Jairo só queria entrar em qualquer loja para comprar cigarros. Mas esta não é qualquer loja. E Seu Argemiro é qualquer coisa, menos qualquer vendedor. Aqui ele tenta convencer Jairo a fumar menos, além de alertá-lo para a perigosa criatura que espreita nas profundezas da floresta. (curta seguido de sketches da trupe de comediantes da TV Quase e homenagem póstuma ao humorista Gabriel Labanca). Total: 60 minutos.

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 GRADE DE HORÁRIOS

 13 de Dezembro

20h- Encosto (7’) + Desagradável (120’). Total: 127 minutos (Após a sessão debate com o diretor Fernando Rick)

 14 de Dezembro

15h- Sessão Maldita Matinê I- Filmes São Seus Amigos (2’) + Zombio 2- Chimarrão Zombies (88’). Total: 90 minutos

 17h- Sessão Shot or Die: You Bitch Die (3’ + História de Lia (13’) + Distúrbios, Palavrões e Batidas de Carro (38’). Total: 54 minutos

 20h- Sessão Malditos Curtas: Rise, Weirdo Army (4’) + Catalogárgula (5’) + Belphegor (6’) + Tate Parade (10’) + O Membro Decaído (18’) + O Matador de Bagé (15’) + Estrela Radiante (25’) + Paulo e Ana Luiza em Porto Alegre (15’). Total: 98 minutos. (Após a sessão debate com os realizadores)

 15 de Dezembro

15h- Sessão Sala Especial: TV Quase: Loja de Inconveniências: A Maldição do Caipora + sketches + Homenagem a Gabriel Labanca) (60’)

17h- Sessão Maldita Matinê II – Nervo Craniano Zero (88’)

 19h- Mar Negro (100’)

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PROJETO RAROS ESPECIAL CEMITÉRIO PERDIDO DOS FILMES B: EXPLOITATION- UP! O EROTISMO ANÁRQUICO DE RUSS MEYER

Sexta-feira (7 de junho) às 20h, o Projeto Raros da Sala P.F.Gastal (3° andar da Usina do Gasômetro) faz o lançamento do livro Cemitério Perdido dos Filmes B: Exploitation, seguido da exibição de UP!, de Russ Meyer. Após a sessão debate comigo e com os parceiros do crime, os também autores Cesar Almeida, Carlos Thomaz Albornoz e Marco A. Freitas . Entrada Franca. (Censura 18 anos).

UP!

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Existe algo de anárquico na obra de Russ Meyer que eleva seu cinema além do erotismo fácil da exploração gratuíta dos corpos. Na epiderme de seu trabalho corre um humor libertário, impregnado de violência, um deboche acurado que desestabiliza costumes e regras morais através de uma narrativa caótica que por vezes beira o nonsense. A profusão de corpos nus, de mulheres opulentas e homens priaprícos, serve como arma para desnudar desejos e perversões de uma sociedade castradora e hipócrita. A América de Russ Meyer clama secretamente por um gozo alucinante. “Nada é obsceno desde que seja feito com mau gosto”, costumava dizer um provocatico Meyer.

Um dos últimos trabalhos de sua carreira como diretor, Up! é uma obra crepuscular que somatiza características peculiares ao estilo de Meyer; para ele o sexo era um elemento superlativo. Mulheres de seios monumentais, homens brutos e apalermados ostentando ereções monstruosas, êxtase sexual constante, violência gráfica de tons cartunescos, up02tudo isso costurado por uma narrativa amalucada em prol da provocação e do deboche das convenções sociais e dos tabus sexuais.O olhar apurado de Meyer, que foi um notório fotógrafo da revista Playboy durante os anos 1950, capta planos inusitados, sempre valorizando os fartos seios de suas atrizes,  enquanto realiza com furor sequências de humor, violência e erotismo. Kitten Natividad, uma de suas atrizes fetiche, funciona como um coro grego para narrar a estranha trama whodunit que se desenrola em meio a maratona sexual promovida pelas personagens de Up!. Quem matou Adolf  Schwartz? Um Hitler genérico adepto de práticas masoquistas que é castrado por um peixe colocado criminosamente em sua banheira. Esse enigma pouco interessa às personagens, que preferem se dedicar a incessantes e divertidas aventuras sexuais invés de se preocupar com o assassinato. Enquanto Paul (Robert McLane) e Sweet Lil Alice (Janet Wood) gozam bucolicamente em meio aos campos, Margo Winchester (Raven De La Croix), a garçonete local, enlouquece os homens transformando-os em verdadeiros predadores sexuais, e o xerife Homer Johnson (Monty Bane), despreocupado com o crime, prega a lei a sua maneira, utilizando mais seu pênis do que sua arma.

A cena de abertura com Adolf  Schwartz sendo alegremente sodomizado por um membro descomunal e submetido a sessões de sadomasoquismo, é uma verdadeira zoação de ImagemRuss Meyer (ex-combatente e fotógrafo da 2° Guerra Mundial), não apenas com a figura histórica de Hitler, mas com todas as autoridades morais que impestam nossa sociedade pregando de forma ditatorial éticas sexuais hipocritamente castradoras. A sequência histérica, onde um lenhador brutamontes de apetite sexual descontrolado tenta violentar Margo Winchester, culminando num hilário banho de sangue após uma luta envolvendo  machados e uma motoserra, é um exemplo da insanidade narrativa de Meyer, que mescla habilmente os gêneros, indo prontamente do erotismo ao mais puro grand guignol.

Carl Jung disse que “o cinema torna possível experimentar sem perigo, toda a excitação, paixão e desejo que deve ser reprimida numa humanitária ordem de vida”, e o erotismo libertário e provocador  proposto pelo cinema de Meyer tende a corroborar essa afirmação, tendo o sexo e o humor como as mais poderosas armas de subversão.

(texto originalmente publicado no livro Cemitério Perdido dos Filmes B: Exploitation)

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A Mostra Monty Python Segue Insana na Sala P.F.Gastal!

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Devido à boa resposta de público e a inúmeros pedidos para a sua prorrogação, a Sala P. F. Gastal (Usina do Gasômetro – 3º andar) mantém em cartaz durante a próxima semana a mostra dedicada ao grupo de humoristas ingleses Monty Python, exibindo os três filmes mais marcantes de sua carreira: Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (1975), A Vida de Brian (1979) e O Sentido da Vida (1983). Além destes trabalhos, a mostra será complementada pela exibição de dois programas com uma seleção de sketches da série Monty Python’s Flying Circus, que revelou o grupo, além do longa-metragem Um Peixe Chamado Wanda (1988), que marcou o reencontro de alguns membros do grupo após a sua dissolução. Também será exibido Monty Python ao Vivo no Hollywood Bowl (1982), registro da lendária apresentação do grupo de humoristas no Hollywood Bowl, na qual sketches clássicos do programa de TV Monty Python’s Flying Circus e material inédito foram apresentados ao vivo no palco, de forma ainda mais hilária e nonsense.
Formado por Eric Idle, John Cleese, Graham Chapman, Michael Palin, Terry Jones e Terry Gilliam, o Monty Python surgiu na série cômicaMonty Python’s Flying Circus, um programa de televisão britânico que foi ao ar pela primeira vez em outubro de 1969. Como série televisiva, teve quatro temporadas, num total de 45 episódios. Entretanto o fenômeno Monty Python não se limitou a apenas isso, espalhando-se por shows, filmes, programas de rádio, livros e games, levando seus seis integrantes ao estrelato mundial, especialmente após o sucesso comercial e de crítica de suas investidas cinematográficas.
A Mostra Monty Python tem o apoio da MPLC Motion Picture Licensing Corporation Brasil, e pode ser conferida até domingo, dia 21 de abril.

GRADE DE HORÁRIOS
DE 16 A 21 DE ABRIL

16 de abril (terça-feira)
14:30 – 5º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – Monty Python em Busca do Cálice Sagrado / 92 minutos
19:00 – Monty Python ao Vivo no Hollywood Bowl / 77 minutos

17 de abril (quarta-feira)
14:30 – 5º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – A Vida de Brian / 94 minutos
19:00 – Monty Python’s Flying Circus Volume 1. / 90 minutos

18 de abril (quinta-feira)
14:30 – 5º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – O Sentido da Vida / 107 minutos
19:00 – Monty Python’s Flying Circus Volume 2. / 90 minutos

19 de abril (sexta-feira)
14:30 – 5º Festival Escolar de Cinema (sessão fechada)
17:00 – Monty Python em Busca do Cálice Sagrado / 92 minutos
19:00 – Um Peixe Chamado Wanda / 108 minutos

20 de abril (sábado)
15:00 – Monty Python ao Vivo no Hollywood Bowl / 77 minutos
18:00 – Sessão Aurora (aguarde divulgação)

21 de abril (domingo)
15:00 – Monty Python’s Flying Circus Volume 1. / 90 minutos
17:00 – Um Peixe Chamado Wanda / 108 minutos
19:00 – Monty Python’s Flying Circus Volume 2. / 90 minutos

PROGRAMAÇÃO

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Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (Monty Python and the Holy Grail), de Terry Gilliam e Terry Jones (Inglaterra, 1975, 92 minutos)
A lenda dos Cavaleiros da Távola Redonda e sua jornada em busca do Santa Graal narrada com o humor devastador do grupo de comediantes revelados em um popular programa da televisão inglesa, aqui em sua segunda incursão no cinema – a primeira foi em 1971, com o longa episódico E Agora para Algo Completamente Diferente, nunca lançado nos cinemas brasileiros. Exibição em DVD.

A Vida de Brian (Life of Brian), de Terry Jones (Inglaterra, 1979, 94 minutos)
Uma iconoclasta versão da vida de Cristo, a partir da história de Brian, que nasce no mesmo dia em que o Messias, e passa a vida inteira sendo confundido com ele. Filme que desagradou a Igreja Católica à época de seu lançamento mas conheceu enorme sucesso nas bilheterias do mundo todo. Exibição em DVD.

O Sentido da Vida (The Meaning of Life), de Terry Jones e Terry Gilliam (Inglaterra, 1983, 107 minutos)
Uma hilariante coletânea de sketches que, como o próprio título do filme indica, procura encontrar o sentido da vida humana. A obra-prima do anárquico grupo de comediantes ingleses, reconhecida com o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes em 1983 (premiação que reconhece o segundo melhor filme da competição principal no prestigiado festival francês). Exibição em DVD.

Monty Python’s Flying Circus – Volume 01, de Graham Chapman, John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle, Terry Jones, Michael Palin (Inglaterra, 1969, 90 minutos)
Entre 1969 e 1974 o Monty Python colocou de pernas para o ar a televisão britânica com seu estilo anárquico e nonsense. O grupo acabaria se tornando uma referência contundente na comédia mundial, influenciando até mesmo programas humorísticos brasileiros como extinto TV Pirata e o atual Porta dos Fundos. O Volume 1 apresenta quadros clássicos da primeira temporada da série Flying Circus. Exibição em DVD.

Monty Python’s Flying Circus – Volume 02, de Graham Chapman, John Cleese, Terry Gilliam, Eric Idle, Terry Jones, Michael Palin. (Inglaterra, 1970, 90 minutos)
Entre 1969 e 1974 o Monty Python colocou de pernas para o ar a televisão britânica com seu estilo anárquico e nonsense. A segunda temporada da famigerada série Flying Circus está repleta de sketches de humor ainda mais hilários e alucinados. Exibição em DVD.

Um Peixe Chamado Wanda (A Fish Called Wanda), de Charles Crichton (Inglaterra, 1988, 108 minutos)
Em Londres, quatro pessoas sem nada em comum planejam cometer um grande golpe. Mas situações inusitadas fazem com que o plano não ocorra conforme o previsto. Comédia de erros escrita e estrelada por John Cleese, com a participação de Michael Palin, outro membro remanescente da trupe Monty Python. O filme rendeu a Kevin Kline o Oscar de melhor ator coadjuvante em 1989. Exibição em DVD.

Monty Python ao Vivo no Hollywood Bowl (Monty Python Live at the Hollywood Bowl), de Terry Hughes e Ian MacNaughton (EUA, 1982, 77 minutos)
Lendária apresentação do anárquico grupo de humoristas ingleses no Hollywood Bowl. Sketches clássicos do programa de TV Monty Python’sFlying Circus e material inédito desfilam no palco de forma ainda mais hilária e nonsense.

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O HUMOR NONSENSE DO MONTY PYTHON INVADE A TELA DA SALA P.F.GASTAL!

A Vida de Brian (1979)

A Vida de Brian (1979)

“A Sala P. F. Gastal da Usina do Gasômetro (3º andar) exibe a partir de terça-feira, 9 de abril, uma pequena mostra dedicada ao célebre grupo de humoristas inglês Monty Python, exibindo os três filmes mais marcantes de sua carreira: Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (1975), A Vida de Brian (1979) e O Sentido da Vida (1983). Formado por Eric Idle, John Cleese, Graham Chapman, Michael Palin, Terry Jones e Terry Gilliam, o Monty Python surgiu na série cômica Monty Python’s Flying Circus, um programa de televisão britânico que foi ao ar pela primeira vez em outubro de 1969. Como série televisiva, teve quatro temporadas, num total de 45 episódios. Entretanto o fenômeno Monty Python não se limitou a apenas isso, espalhando-se por shows, filmes, programas de rádio, livros e games, levando seus seis integrantes ao estrelato mundial, especialmente após o sucesso comercial e de crítica de suas investidas cinematográficas. A Mostra Monty Python tem o apoio da MPLC Motion Picture Licensing Corporation Brasil, e pode ser conferida até domingo, dia 14 de abril.”

PROGRAMAÇÃO

Monty Python em Busca do Cálice Sagrado (Monty Python and the Holy Grail), de Terry Gilliam e Terry Jones (Inglaterra, 1975, 92 minutos)
A lenda dos Cavaleiros da Távola Redonda e sua jornada em busca do Santa Graal narrada com o humor devastador do grupo de comediantes revelados em um popular programa da televisão inglesa, aqui em sua segunda incursão no cinema – a primeira foi em 1971, com o longa episódico E Agora para Algo Completamente Diferente, nunca lançado nos cinemas brasileiros. Exibição em DVD.

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A Vida de Brian (Life of Brian), de Terry Jones (Inglaterra, 1979, 94 minutos)
Uma iconoclasta versão da vida de Cristo, a partir da história de Brian, que nasce no mesmo dia em que o Messias, e passa a vida inteira sendo confundido com ele. Filme que desagradou a Igreja Católica à época de seu lançamento mas conheceu enorme sucesso nas bilheterias do mundo todo. Exibição em DVD.

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O Sentido da Vida (The Meaning of Life), de Terry Jones e Terry Gilliam (Inglaterra, 1983, 107 minutos)
Uma hilariante coletânea de sketches que, como o próprio título do filme indica, procura encontrar o sentido da vida humana. A obra-prima do anárquico grupo de comediantes ingleses, reconhecida com o Grande Prêmio do Júri do Festival de Cannes em 1983 (premiação que reconhece o segundo melhor filme da competição principal no prestigiado festival francês). Exibição em DVD.

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GRADE DE HORÁRIOS
Semana de 9 a 14 de abril de 2013

9 de abril (terça-feira)
17:00 – Monty Python em Busca do Cálice Sagrado
19:00 – O Sentido da Vida

10 de abril (quarta-feira)
17:00 – A Vida de Brian
19:00 – Monty Python em Busca do Cálice Sagrado

11 de abril (quinta-feira)
17:00 – O Sentido da Vida
19:00 – A Vida de Brian

12 de abril (sexta-feira)
17:00 – Monty Python em Busca do Cálice Sagrado
19:30 – Coquetel de lançamento do curta Ed

13 de abril (sábado)
15:00 – Monty Python em Busca do Cálice Sagrado
17:00 – O Sentido da Vida
19:00 – A Vida de Brian

14 de abril (domingo)
15:00 – A Vida de Brian
17:00 – Monty Python em Busca do Cálice Sagrado
19:00 – O Sentido da Vida

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EM 2013 O MAR NEGRO CHEGARÁ ATÉ VOCÊS!

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PREPAREM-SE PARA A VINGANÇA DOS FILMES B-PARTE 2!

Street Trash (1987), de Jim Muro

“A vingança é uma espécie de justiça selvagem”. (Francis Bacon)

De 23 a 25 de novembro a Sala P.F.Gastal (3° andar da Usina do Gasômetro) recebe a segunda edição da mostra “A Vingança dos Filmes B”!

O termo “Filme B” surge durante os anos 1920 para classificar produções baratas de pequenos estúdios (westerns, suspenses, seriados de aventura), que serviam de complemento em sessões duplas para os filmes Classe A, ou seja, aqueles realizados pelos grandes estúdios com orçamentos milionários e grandes estrelas. Os “Filmes B” eram feitos a toque de corda, em poucos dias, com astros de terceira e orçamento irrisório. Existia uma área em Hollywood conhecida como Powerty Row (cinturão da pobreza), por reunir diversas produtoras independentes que forneciam filmes de baixo orçamento que eram comprados e distribuídos pelos grandes estúdios. Esse sistema funcionou até o final dos anos 1950, quando acaba a chamada “Era de Ouro de Hollywood”. Apesar da deturpação de seu contexto original, e das modificações na simbiose entre os grandes estúdios e os produtores independentes, o termo Filme B sobreviveu adquirindo conotações diferentes, mas ainda é uma boa definição para filmes de gênero realizados fora do sistema dos estúdios, com orçamento limitado, atores desconhecidos e temática fora dos padrões. Porém, hoje a tela dos cinemas é uma realidade distante para a maioria destas produções que lutam por um espaço público de exibição.

A mostra A Vingança dos Filmes B foi concebida para servir de vitrine para produções independentes que flertem com o cinema de gênero, funcionando como um espaço democrático onde coexistam os mais variados tipos de

A vingança é plena em “Amarga Hospedagem”, de Cláudio Guidugli.

expressão cinematográfica, do horror à comédia, passando pelos filmes sci-fi e pelo cinema de ação, sem se importar com o orçamento investido (sejam produções rebuscadas ou de orçamento zero), ou com o suporte de realização. Produções em película, digital e VHS ocupando pacificamente o mesmo espaço. Um evento destinado ao resgate e a divulgação de filmes independentes, bizarros, engraçados ou assustadores, incentivando o público a dialogar com obras que dificilmente encontram espaço nas telas dos cinemas.

Chegou a hora dos independentes retomarem o seu espaço nas telas, mas não como meros coadjuvantes, e sim como atração principal! Está na hora da Vingança dos Filmes B-Parte 2!

PROGRAMAÇÃO

A VINGANÇA DOS FILMES B – PARTE 2

(ENTRADA FRANCA / CLASSIFICAÇÃO: 16 ANOS)

 Sexta-Feira, 23 de Novembro.

19h30- Horror.Doc (72’), de Renata Heinz

(OBS: Após a sessão debate com Renata Heinz)

Sábado, 24 de novembro

15h- 20 Anos de Canibal Produções: Baiestorf: Filmes de Sangreira e Mulher Pelada (20’),Christian Caselli + Boi Bom (12’)  + Blerghhh (50’) (Após a sessão debate com Petter Baiestorf)

17h30- Sessão Trash’O’Rama: Cachorro do Mato (15’), de Maurício Ribeiro + Amarga Hospedagem (60’), de Claúdio Guidugli

(OBS: Após a sessão debate com o realizador Cláudio Guidugli)

19h30- Sessão de Curtas I: O Solitário Ataque de Vorgon (6’), de Caio D’Andrea + Rango (6’), de Rodrigo Portela + Morte e Morte de Johnny Zombie (14’), de Gabriel Carneiro + Sangue e Goma (11’), de Renata Heinz + Vontade (10’), de Fabiana Servilha + Nove e Meia (20’), de Filipe Ferreira + Rigor Mortis (20’), de Fernando Mantelli e Marcello Lima.

(OBS: Após a sessão debate com os realizadores)

(total: 87 minutos)

Domingo, 25 de Novembro

15h- A Noite do Chupacabras (95’), de Rodrigo Aragão

17h- Maldita Matiné: Testículos (15’), de Christian Caselli + Street Trash, de Jim Muro (90’)

19h30- Sessão de Curtas II: Raquetadas Para a Glória (7’), de TV Quase + X-Paranóia (14’), de Cristian Cardoso e Felipe Moreira  + DR (10’),de Joel Caetano e Felipe Guerra + Confinópolis – A Terra dos Sem Chave (16’), de Raphael Araújo +  O Curinga (14’), de Irmãos Christofoli + Coleção de Humanos Mortos (20’), de Fernando Rick + Rackets in London- The Olympic Dream (7’), de TV Quase

(Total: 89 minutos)

(OBS: Após a sessão debate com os realizadores)

LONGAS:

Horror.DOC, de Renata Heinz (RS, 2012, 72 minutos). Com Rodrigo Aragão, Paulo Biscaia, Carlos Primati / Horror.DOC se propõe a decifrar o passado e o futuro do cinema de horror no Brasil, através de entrevistas com diretores, críticos e pesquisadores do gênero. Um pungente panorama do horror no cinema brasileiro com depoimentos de diretores como Rodrigo Aragão (Mangue Negro, A Noite do Chupacabras), Paulo Biscaia (Morgue Story, Nervo Craniano Zero), e especialistas no gênero, como Laura Canepa e Carlos Primati.

Horror.DOC, de Renata Heinz

A Noite do Chupacabras, de Rodrigo Aragão (ES, 2011, 95 minutos). Com Joel Caetano, Petter Baiestorf, Walderrama dos Santos / Cegas pelo ódio, duas famílias rivais entram em confronto sem perceber que um mal maior se esconde na escuridão da floresta, se alimentando de medo e sangue. Uma violenta trama de horror e vingança que fez jorrar sangue novo no cinema independente brasileiro. Ao mesclar mitos regionais e gore oitentista, o diretor capixaba Rodrigo Aragão apontou novas possibilidades para a sedimentação do cinema fantástico no Brasil.

A Noite do Chupacabras, de Rodrigo Aragão

Amarga Hospedagem, de Claúdio Guidugli (RS, 2011, 60 minutos). Com Roberto de Paula, Franciele Cacimiro  / Ao praticarem mountain bike numa região rural do interior do RS, grupo de ciclistas é capturado por um psicopata sádico. Os incautos ciclistas precisam lutar para não serem transformados em lingüiça, mas nem todos são inocentes como aparentam. Um sangrento e divertido thriller de ação e horror produzido na pequena cidade de Roca Sales, no Vale do Taquari. Amarga Hospedagem foi inteiramente gravado com uma cyber-shot, com elenco composto por atores amadores, orçamento zero e muita criatividade, transformando uma produção tecnicamente precária num divertido exercício de cinema de gênero.

Amarga Hospedagem, de Cláudio Guidugli

Street Trash, de Jim Muro (EUA, 1987, 91 minutos) / Clássico gore oitentista sobre um grupo de mendigos que começam a derreter após beberem whisky contaminado. Um festival de insanidade e escatologia, repleto de fluídos corporais e personagens bizarros. Único longa-metragem de Jim Muro, que se tornaria nos anos seguintes um dos mais requisitados especialistas em steadycam de Hollywood, trabalhando em filmes como True Lies e X-Men.

Street Trash, de Jim Muro

CURTAS:

Baiestorf: Filmes de Sangreira e Mulher Pelada, de Christian Caselli (RJ, 2004, 20 minutos) / Documentário sobre a trajetória de Petter Baiestorf, realizador catarinense precursor das produções independentes em vídeo no Brasil, que através da produtora Canibal Produções se tornou uma nas figuras mais polêmicas e emblemáticas do cinema underground brasileiro.

 Boi Bom, de Petter Baiestorf (SC, 1998, 12 minutos). Com Jorge Timm / Os preparativos para um churrasco incluem bem mais do que apenas comprar um espeto. Homem revela um método pouco ortodoxo para preparar a carne de seu churrasco. Vídeo polêmico pela intensidade visceral de suas imagens. Não recomendado para pessoas sensíveis e vegetarianos em geral. (Filmado em VHS)

Blerghhh, de Peter Baiestorf (SC, 1996, 50 minutos). Com Cesar Souza, David Camargo, Denise V, Jorge Timm / Grupo de guerrilheiros formado por dementes e pervertidos seqüestra filho junkie de um milionário. A situação se complica quando nem tudo o que deveria morrer permanece morto. Alucinada sátira sócio-política escatológica envolvendo violência e humor negro. Uma provocativa e anárquica trama típica da Canibal Produções. (Filmado em VHS)

 Coleção de Humanos Mortos, de Fernando Rick (SP, 2005, 20 minutos). Com Ulisses Granados, Tiara Curi, Marinna Anlop / Assassino desequilibrado em conflito com suas múltiplas personalidades comete atos de extrema brutalidade enquanto coleta vítimas para sua coleção de humanos mortos. Efeitos de maquiagem de Kapel Furman, um dos grandes especialistas em FX do cinema brasileiro.

Coleção de Humanos Mortos, de Fernando Rick

Confinópolis – A Terra dos Sem Chave, de Raphael Araújo (ES, 2012, 16 minutos). Com Daniel Boone, Fonzo Squizzo, Leonrado Prata / Num mundo distópico as pessoas vivem fechadas em sua própria alienação e sob o violento controle do estado. Porém, alguém sabe que em algum lugar existe uma chave para a libertação.

Confinópolis, de Raphael Araújo

Cachorro do Mato, de Maurício Ribeiro (ES, 2002, 15 minutos) / Um grupo de jovens tem seu fim de semana no campo transformado em um pesadelo sangrento quando se deparam com um abominável e faminto… cachorro do mato! Sangue e risadas nesta hilária produção amadora realizada no Espírito Santo.

O Curinga, de Irmãos Christofoli (RS, 2009, 17 minutos). Com Rafael Tombini, Nilson Asp, Ariane Donato / Um apartamento vazio, um homem, um baralho de cartas, e algumas pragas bíblicas. Baseado no conto Eu Não Matei o Mundo.

Dr, de Joel Caetano e Felipe Guerra (SP, 2012, minutos’). Com Oldina do Monte, Mariana Zani / Confrontado pela esposa infeliz no relacionamento e pela sogra possessiva, um homem descobre que discutir a relação nem sempre é a melhor saída para o casal. DR é o insano resultado da união de Joel Caetano e Felipe Guerra, dois dos mais notórios realizadores da atual cena independente de horror brasileira.

DR, de Joel Caetano e Felipe Guerra

Morte e Morte de Johnny Zombie, de Gabriel Carneiro (SP, 2011, 14 minutos). Com Joel Caetano, Charlene Chagas, Ana Luíza Garcia / Contaminado por uma substância tóxica, Johnny, o funcionário de uma fábrica começa a sofrer uma bizarra transformação. A repentina chegada dos amigos para uma festa em sua casa desencadeia uma fome incontrolável gerando uma inusitada e sangrenta situação.

Nove e Meia, de Filipe Ferreira (RS, 2012, 20 minutos). Com Rafael Tombini, Leonardo Machado, Herlon Holtz / Após perder a filha, atropelada por um estranho, homem se torna obcecado pelo desejo de vingança. Dramático thriller baseado no conto Nove Horas e Trinta Minutos de Rubem Fonseca.

Nove e Meia, de Filipe Ferreira

Rigor Mortis, de Fernando Mantelli e Marcello Lima (RS, 2012, 20 minutos). Com Daniel Bacchieri, Renata de Lélis, Morgana Kretzman, Patrícia Soso / Eros e Tanatos, vida e putrefação. Desejo e morte se fundem quando um casal se vê envolvido numa trama bizarra onde o marido é contaminado por uma estranha infecção.

 Raquetadas Para a Glória, de TV Quase (ES, 2011, 7 minutos). Com Daniel Furlan, Juliano Enrico, Gabriel Labanca, Keka, Raul Cheque / Para vingar a morte do amigo, Ricky Larusso procura o lendário mestre bêbado para ensinar-lhe as técnicas mortais de um jogo brutal, o frescobol! Uma produção da TV Quase, um dos mais anárquicos grupos de humor do Brasil, que produz material exclusivamente para a Internet.

Rango, de Rodrigo Portela (RS, 2007, 6 minutos). Com Cláudio Benevenga, Chico De Los Santos, Dhirley Cunha, Leonardo Barison/ Quatro homens em conflito por um punhado de carreteiro numa hilariante homenagem ao western spaghetti.

Rackets in London- The Olympic Dream, de TV Quase (ES, 2012, 7 minutos). Com Daniel Furlan, Juliano Enrico, Gabriel Labanca, Keka, Raul Cheque / Após vingar a morte de seu melhor amigo Ricky Larusso vai para a Inglaterra lutar para que transformem o frescobol em um esporte olímpico. Porém, um novo vilão tentará atrapalhar os seus planos. A trupe da TV Quase invade Londres nesta ainda mais absurda seqüência de Raquetadas Para a Glória.

O Solitário Ataque de Vorgon, de Caio D’Andrea (SP, 2011, 6 minutos). Com Boris Ramalho, Luiz Otávio Santi / Não há nada mais perigoso do que um monstro com o coração partido.

O Solitário Ataque de Vorgon, de Caio D’Andrea

Sangue e Goma, de Renata Heinz (RS, 2011, 14 minutos). Com Rafaela Cassol, Leonardo Machado, Beto Mônaco / Ella não consegue fugir de seu destino e esbarra na afirmação constante de que as coisas podem não ser o que aparentam.

Sangue e Goma, de Renata Heinz

Testículos, de Chistian Caselli (RJ, 2001, 15 minutos). Com Clara Linhart, Lois Lancaster, Rodrigo dos Santos / Um convite para almoçar na casa de um antigo amigo toma rumos surreais quando um exótico prato é servido.  Com a participação de Lois Lancaster, vocalista da lendária e insólita banda carioca Zumbi do Mato.

X-Paranóia, de Cristian Cardoso e Felipe Moreira (RS, 2012, 14 minutos). Com César Scortegagna, Cristian Cardoso, Tiana Moon / Diversas teorias conspiratórias transformam o simples ato de comer um X numa lanchonete em uma aventura complexa, fazendo com que um homem comece a questionar sua própria sanidade.

Vontade, de Fabiana Servilha (SP, 2011, 10 minutos). Com Alexandre Rabello, Douglas Domingues, Marina Ballarin / Após um exaustivo dia de trabalho, Luís acorda no meio da madrugada. Desesperado, sai às ruas em uma busca misteriosa. Conforme o tempo passa, fica cada vez mais difícil conseguir o que procura. A vontade é cruel e inexorável, e precisa ser saciada a qualquer custo.

Vontade, de Fabiana Servilha

UMA PRODUÇÃO CINEMA EX MACHINA & TOQUE DE MUERTO

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