Arquivo do mês: fevereiro 2011

R.I.P JANE RUSSELL (1921-2011)

O Proscrito (1943)

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ENQUANTO ISSO NA INDÚSTRIA AMERICANA DE SONHOS…

OSCAR 2011- PREMIADOS:

Melhor filme

O Discurso do Rei

O Discurso do Rei

Melhor diretor

Tom Hooper – O Discurso do Rei

Melhor ator

Colin Firth – O Discurso do Rei

Melhor atriz

Natalie Portman – Cisne Negro

Melhor ator coadjuvante

Christian Bale – O Vencedor

Melhor atriz coadjuvante

Melissa Leo – O Vencedor

Melhor roteiro original

O Discurso do Rei- David Seidler

Melhor roteiro adaptado

A Rede Social- Aaron Sorkin

Melhor longa animado

Toy Story 3

Melhor filme em lingua estrangeira

Em Um Mundo Melhor

Melhor direção de arte

Alice no País das Maravilhas

Melhor fotografia

A Origem

Melhores efeitos visuais

A Origem

Melhor figurino

Alice no País das Maravilhas

Melhor montagem

A Rede Social

Melhor maquiagem

O Lobisomen

Melhor documentário

Trabalho Interno

Melhor documentário em curta-metragem

Strangers no More

Melhor curta-metragem

God of Love

Melhor animação em curta-metragem

The Lost Thing

Melhor trilha sonora

Trent Reznor e Atticus Ross – A Rede Social

Melhor canção original

We Belong Together – Toy Story 3

Melhor edição de som

A Origem

Melhor mixagem de som

A Origem

 

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DANCING LADY

Cinco anos após “O Cantor de Jazz” (1927) inaugurar a era do cinema falado, os filmes musicais já eram um nicho lucrativo para os produtores de Hollywood. Após a Grande Depressão de 1929, com a economia americana imbuída de um firme propósito de reconstrução, o gênero proliferou nas telas levando ao público o otimismo e a alegria da Broadway. É durante este período seminal para os grandes musicais que surge “Amor de Dançarina” (Dancing Lady, 1933).

Idealizado como resposta da MGM ao sucesso dos musicais coreografados por Busby Berkeley (o grande mestre da comédia musical), o filme serviu de veículo para a ascensão de Joan Crawford ao estrelato. Dirigido por Robert Z.

Clark Gable e Joan Crawford

Leonard, diretor medíocre, mas que devido a sua versatilidade soube como poucos transitar do cinema mudo para o sonoro, adaptando-se às novas tecnologias e fomentando uma prolífera carreira atrás das câmeras, “Amor de Dançarina” é celebrado mais pelo charme de seu elenco, repleto de nomes que fariam história no cinema americano, do que por sua realização. Além da presença de Crawford, Clark Gable, Franchot Tone e do trio de humoristas que no futuro seriam conhecidos como “Os 3 Patetas”, o filme é celebrado por ser a estréia cinematográfica de Fred Astaire.

A trama reproduz com humor alguns aspectos comuns em muitas produções da época, como a luta de uma dançarina em busca da fama, e a atribulada

Joan Crawford e Os 3 Patetas

vida nos bastidores. Crawford interpreta Janie Barlow, dançarina impetuosa que desperdiça seu talento em teatros vaudeville. Acusada de “atos indecentes”, após uma desastrosa apresentação, ela é colocada na prisão, da qual é salva pelo admirador Tod (Franchot Tone), um rico bon vivant que lhe promete uma chance na Broadway em troca de seu “amor”. Apresentada ao produtor teatral Patch Gallagher (Clark Gable), Janie, determinada em alcançar o sucesso, precisa provar que merece estar sob os holofotes, enquanto desenvolve uma relação de amor e ódio com seu produtor.

A cena em que Crawford realiza um show de sapateado, acompanhada pelos patetas Moe, Larry e Curly, comprova a versatilidade da atriz, e sua parceria com Fred Astaire durante a canção “Let’s Go Bavarian” é exemplar, assim como a inventiva composição de cena, repleta de transições e efeitos óticos que antecipam a experimentação e o clima de delírio que dominariam os suntuosos musicais nas décadas seguintes.

A trajetória pessoal de Crawford se confunde com a de sua personagem; o ator Franchot Tone foi um de seus diversos maridos, e Clark Gable seu mais

Joan Crawford

célebre amante. De origem humilde, a atriz não poupou esforços ou pudores para chegar até Hollywood; atuou em espetáculos vaudeville, freqüentou casas de strip-tease, e sua primeira experiência atrás das câmeras foi atuando em obscuros filmes pornográficos, e, reza a lenda, nunca recusou nenhum teste de sofá, não hesitando em utilizar seu corpo para conseguir um papel. Mesmo após sua trágica história ser revelada pela filha Chistina Crawford, na polêmica biografia “Mamãezinha Querida”, na qual era acusada de ser uma mulher obsessiva e cruel, Joan Crawford ainda hoje é lembrada como uma das grandes divas da era de ouro do cinema. Por trás do glamour e da alegria dos musicais, também ressoavam amargas histórias de luta pelo sucesso.

 

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COM A PALAVRA…LUCIO FULCI!

Lucio Fulci (1927-1996)

“Isso pode parecer estranho, mas sou mais feliz que alguém como Buñuel, que diz estar procurando por Deus. Eu achei-o na miséria dos outros, e meu tormento é maior por eu ter percebido que Deus é um Deus de sofrimento. Invejo ateístas, eles não têm tantas dificuldades.”

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CREEPY THINGS: DAVID BLYTH’S DAMN LASER VAMPIRES (teaser)

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MALDITOS SPAMS!

Para todos que estão cansados de perder seu precioso tempo limpando de suas caixas postais os malditos spams! Thanks Monty Phyton.

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R.I.P. TURA SATANA (1935 – 2011)

Tura Satana em Faster, Pussycat! Kill! Kill! (1965)

Tura Satana em Faster, Pussycat! Kill! Kill! (1965)

Tura Satana em Irma La Doulce (1963)

Tura Satana em Astro-Zombies (1968)

 

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